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Participação popular na Câmara cobra mais segurança para Mossoró

Da Redação

Os debates na Câmara Municipal de Mossoró, na sessão desta quarta-feira (23), começaram sobre violência. Em discurso na Tribuna Popular, o estudante Leopoldo Góis protestou e pediu providências contra o avanço da criminalidade em Mossoró.

Lembrando seu amigo Ewerton Tomaz, morto em tentativa de assalto há duas semanas, Leopoldo Góis defendeu ações mais enérgicas contra o crime, para evitar um espiral de violência ainda maior, inclusive, com participação direta de cidadãos de bem.

“Não tem como combater o mal apenas com flores e palavras. Se não tomarmos uma atitude dura, enérgica e impositiva, há uma corrente que defende que o cidadão assuma as rédeas, se arme e defenda de forma enérgica suas famílias”, alertou.

Ele pediu apoio dos vereadores para envio de ofício a Brasília, solicitando intervenção federal na segurança pública de Mossoró. “Estamos Indignados com a apatia na cidade, estamos condenados à morte sem direito à defesa. Algo precisa ser feito”, apelou.

Leopoldo Góis aproveitou a oportunidade para convidar os vereadores e população em geral para uma caminha de protesto contra a violência, sexta-feira (25), às 8h, do bairro Alto de São Manoel ao Centro, com término no Teatro Dix-huit Rosado.

Participações

Participaram do debate, na sequência do pronunciamento, colocando pontos de vista, os vereadores Ozaniel Mesquita (PR), Manoel Bezerra (PRTB), Rondinelli Carlos (PMN), Raério Araújo (PRB), Isolda Lula Dantas (PT) e Izabel Montenegro (MDB).

“A Câmara tem feito a sua parte no que lhe compete, atuando com uma frente parlamentar, fazendo exigência formal de providências ao Estado, entre outras ações. E vamos fazer mais, porque segurança hoje é reponsabilidade de todos”, disse Izabel.

Foto:  Edilberto Barros/CMM
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