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Se não for de Mossoró, vice de Carlos Eduardo pode sair do segmento evangélico


Por Gilberto de Sousa / da Redação

O jogo político sucessório está recheado de lances de bastidores numa intensa movimentação de busca por definições de chapas, num ambiente igualmente tomado de incertezas devido a própria conjuntura do País. E nesse emaranhado, escolher quadros competitivos e adequados ao momento certamente fará diferença.

É nesse diapasão que o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo (PDT) tenta afinar a sintonia com a massa em paralelo à importante sustentação política para tentar consolidar seu projeto de chegar ao governo.

E assim como as principais alas políticas que devem estar no confronto majoritário este ano, Carlos Eduardo não esconde a preferência até por necessidade, de ter uma companhia de chapa advinda de Mossoró. Ele inclusive já chegou a conversar com o grupo da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP), mas o mentor e articulador Carlos Augusto Rosado pediu tempo para observar o desenrolar dos fatos.

As conversas podem evoluir, mas Carlos Augusto não tem pressa. Em recente contato com o MOSSORÓ AGORA, Carlos Augusto ressaltou preferir não se posicionar tão cedo sobre a sucessão. “Continua sendo o que temos dito: nada a declarar”, reforçou, revigorando a prática do saudoso tio Dix-huit Rosado, que em momentos como este, preferia dizer que apenas estava a “observar o desfile das filosofias”.

Enquanto isso, aumenta em outra ponta, o cerco de alguns importantes aliados do ex-prefeito no sentido de compor sua chapa com um nome indicado pelo segmento evangélico. A sugestão de nomes chegou a ser apresentada neste fim de semana. Além de ser um destacado segmento no Rio Grande do Norte, é também confiável, nesse momento crítico que o País está atravessando, segundo a argumentação.

E o perfil do nome, conforme já estaria sendo traçado, seria de uma liderança no segmento, mas que também reúna condições políticas.

Gilberto de Sousa
- da Redação
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